Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Textos. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Recupere a vida de sua Familia
Deixe de fazer essas coisas:
1 aumentar a voz.
2 agressão fisica
3 discussões
4 traições
5 segredos intimos por redes socias
6 fugir de uma conversa
7 reações despropocionais
8 exigir muito da outra pessoa
9 rotina
10 não querer ouvir o parceiro
11 comparar com o ex
12 ser rude
13 reclamações excessivas
14 não dar atenção necessária
15 vícios (jogo,bebida,drogas)
16 reclamar do desempenho sexual
17 causar ciúmes desnecessariamente
18 exploração nos trabalhos domésticos
19 ignorar sentimentos e sonhos
20 arrogância e prepotência
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Trabalho mas importante que você deve colocar bem na sua mente
Na obra do Senhor, o trabalho mais importante que faremos, será entre as paredes de nosso próprio lar.
“Porque a família está sob ataque. Em todo o mundo as famílias estão desintegrando-se. O lar é o lugar a partir do qual devemos começar a melhorar a sociedade. As crianças comportam-se, na maioria das vezes, da maneira como foram ensinadas a agir. Fortalecendo a família estaremos tornando o mundo melhor.”
"Dentre os mais importantes estão os convênios do matrimônio feitos entre marido e mulher. Desses convênios fluem as maiores alegrias desta vida”.
“romance, amor, casamento, paternidade e maternidade” são “as mais puras, mais belas e atraentes experiências da vida”.
“O doce companheirismo do casamento eterno é uma das maiores bênçãos que Deus concedeu a Seus filhos. Sem dúvida, os muitos anos que compartilhei com minha bela companheira proporcionaram-me as maiores alegrias de minha vida. Desde o início dos tempos, o companheirismo conjugal entre marido e mulher é parte fundamental do grandioso plano de felicidade de nosso Pai Celestial. Nossa vida é influenciada para o bem e somos ambos edificados e enobrecidos quando desfrutamos as doces bênçãos da companhia de nossos queridos familiares”.
“Se realmente nos esforçarmos, nosso lar pode tornar-se um pedacinho do céu na Terra. Os pensamentos que pensamos, as coisas que fazemos, a vida que levamos não só influenciam o sucesso de nossa jornada terrena, mas traçam o caminho para nossas metas eternas.”
“Muitas restrições sociais que no passado ajudaram a fortalecer e suster a família se estão dissolvendo e desaparecendo. Chegará o tempo em que somente os que acreditam firme e ativamente na família conseguirão preservar a sua, em meio aos crescentes males que nos cercam.”
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Ouçam o Seu Cônjuge
Ouçam. Prestem atenção no que seu cônjuge diz; reservem um tempo para conversar regularmente. Conversem e avaliem seu desempenho como companheiros no casamento.
O irmão Brent Barlow fez a seguinte pergunta a um grupo de portadores do sacerdócio: “Quantos aqui gostariam de receber revelação?” Todas as mãos se ergueram. Ele recomendou que todos fossem para casa e perguntassem à esposa como poderiam ser melhores maridos. E disse: “Segui meu próprio conselho e tive uma conversa bastante instrutiva com [minha esposa] Susan durante mais de uma hora naquela tarde!” (“To Build a Better Marriage”, Ensign, setembro de 1992, p. 14.) Uma conversa desse tipo pode ser uma revelação para qualquer um de nós.
Evitem ser “demasiadamente implicantes”. Não critiquem os erros um do outro. Reconheçam que nenhum de nós é perfeito. Todos temos que percorrer um longo caminho até nos tornarmos mais semelhantes a Cristo.
Ao “sermos demasiadamente implicantes” (como disse o Presidente Kimball) podemos acabar com qualquer casamento. (“Marriage and Divorce”, 1976 Speeches of the Year, 1977, p. 148.) De modo geral, todos conhecemos muito bem as nossas fraquezas e não precisamos ser lembrados delas com freqüência. Poucas pessoas melhoraram por ouvirem críticas e reclamações constantes. Se não formos cuidadosos, aquilo que pensamos ser uma crítica construtiva, na verdade torna-se algo destrutivo.
Em certas ocasiões é melhor ficarmos calados. A irmã Lola Walters, quando recém-casada, leu em uma revista que, para fortalecer o casamento, marido e mulher deveriam regularmente expor com franqueza as coisas que os aborreciam no comportamento do cônjuge.
Fonte: Casamentoforteeduradouro
União não é meramente ideal, é necessária.
A exigência de ser um não se refere somente a esta vida, é eterna.
Com a Queda, porém, ficou claro que não seria fácil viver em união. Logo começaram as tragédias. Caim matou Abel, seu irmão. Os filhos de Adão e Eva estavam sujeitos às tentações de Satanás. Com habilidade, ódio e astúcia, ele busca sua meta, que é o oposto do propósito do Pai Celestial e do Salvador. Era Seu desejo conceder-nos a união perfeita e a felicidade eterna. Satanás, que é inimigo tanto Deles quanto nosso, conhecia o plano de salvação deste antes da Criação. Satanás sabia que os relacionamentos familiares sagrados e felizes somente podem perdurar com a vida eterna. Seu desejo é afastar-nos de nossos entes queridos e tornar-nos infelizes. É ele quem semeia a discórdia no coração humano, na esperança de que nos separemos.
Às vezes, na família, e, quem sabe, em outros ambientes, percebemos como é a vida quando se coloca o bem de outrem acima do seu próprio, com amor e sacrifício. Todos experimentamos a tristeza e a solidão de estar distantes e sozinhos. Não precisamos que nos digam o que devemos escolher. Já sabemos. Entretanto, precisamos ter esperança de conseguir experimentar a união nesta vida e qualificar-nos para tê-la eternamente no mundo futuro. Precisamos saber como virá essa grande bênção para saber o que fazer.
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Trabalho mas importante que você deve colocar bem na sua mente
Na obra do Senhor, o trabalho mais importante que faremos, será entre as paredes de nosso próprio lar.
“Porque a família está sob ataque. Em todo o mundo as famílias estão desintegrando-se. O lar é o lugar a partir do qual devemos começar a melhorar a sociedade. As crianças comportam-se, na maioria das vezes, da maneira como foram ensinadas a agir. Fortalecendo a família estaremos tornando o mundo melhor.”
"Dentre os mais importantes estão os convênios do matrimônio feitos entre marido e mulher. Desses convênios fluem as maiores alegrias desta vida”.
“romance, amor, casamento, paternidade e maternidade” são “as mais puras, mais belas e atraentes experiências da vida”.
“O doce companheirismo do casamento eterno é uma das maiores bênçãos que Deus concedeu a Seus filhos. Sem dúvida, os muitos anos que compartilhei com minha bela companheira proporcionaram-me as maiores alegrias de minha vida. Desde o início dos tempos, o companheirismo conjugal entre marido e mulher é parte fundamental do grandioso plano de felicidade de nosso Pai Celestial. Nossa vida é influenciada para o bem e somos ambos edificados e enobrecidos quando desfrutamos as doces bênçãos da companhia de nossos queridos familiares”.
“Se realmente nos esforçarmos, nosso lar pode tornar-se um pedacinho do céu na Terra. Os pensamentos que pensamos, as coisas que fazemos, a vida que levamos não só influenciam o sucesso de nossa jornada terrena, mas traçam o caminho para nossas metas eternas.”
“Muitas restrições sociais que no passado ajudaram a fortalecer e suster a família se estão dissolvendo e desaparecendo. Chegará o tempo em que somente os que acreditam firme e ativamente na família conseguirão preservar a sua, em meio aos crescentes males que nos cercam.”
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Mantenham Acesa a Chama do Namoro
Mantenham Acesa a Chama do Namoro
Mantenham acesa a chama do namoro. Reservem tempo para estarem juntos—só os dois. Por mais importante que seja estar com os filhos, em família, vocês precisam passar um tempo juntos, a sós, todas as semanas, regularmente. Ao incluírem esse dia no seu calendário, seus filhos saberão que vocês consideram o seu casamento tão importante que sentem a necessidade de cultivá-lo. Para isso é necessário tomar uma decisão, planejar e reservar tempo.
Não é preciso fazer algo dispendioso. O mais importante será o tempo que passarem juntos.
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Desculpe-me
Digam prontamente: “Desculpe-me”. Por mais difícil que seja formular as palavras, sejam rápidos em dizer “por favor, desculpe-me”, ainda que não tenham toda a culpa. Aqueles que estão dispostos a admitir prontamente os próprios erros e as ofensas conseguem desenvolver o verdadeiro amor.
Quando surgirem diferenças, é importante sermos capazes de conversar a respeito delas e resolvê-las. Há momentos, porém, em que é melhor esperar um pouco. É importante morder a língua, contar até dez ou, se preciso, até cem; e, ocasionalmente, se deixarmos o assunto para o dia seguinte, pela manhã, depois de descansar, encararemos o problema com mais tranqüilidade, mais calma e com maior probabilidade de chegarmos a uma solução.
Às vezes, ouvimos alguém dizer: “Estamos casados há cinqüenta anos e nunca tivemos uma divergência de opinião”. Se isso for verdade então um dos cônjuges é totalmente dominado pelo outro ou, como disse alguém, “desconhece a verdade”. Qualquer casal inteligente tem divergências. O desafio é termos certeza de que sabemos resolvê-las. Isso faz parte do processo de melhoria de um bom casamento.
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Dividir as Responsabilidades do Lar e da Família
Sejam verdadeiros companheiros nas responsabilidades do lar e da família. Não sejam como o marido que fica sentado esperando ser servido, achando que sua obrigação é prover o sustento da família enquanto a esposa é a única responsável pela casa e pelos filhos. Cuidar do lar e da família é responsabilidade de mais de uma pessoa.
Reservem tempo para estudar as escrituras juntos e sigam este sábio conselho do Presidente Kimball:
“Quando o marido e a mulher costumam ir sempre ao templo juntos, oram de joelhos juntos em casa com a família, vão para as reuniões da Igreja de mãos dadas, vivem em total castidade (mental e física) (…) e trabalham juntos em prol da edificação do reino de Deus, a felicidade alcança o ponto culminante”.
Fonte: Casamentoforteeduradouro
O Poder de Cura do Perdão
O espírito de perdão e a atitude de amor e compaixão para com aqueles que achamos que nos fizeram mal é a própria essência do evangelho de Jesus Cristo. Todos precisamos desse espírito. O mundo todo precisa dele. O Salvador ensinou e exemplificou-o como nenhuma outra pessoa jamais o fez.
“Meus discípulos, nos dias antigos, procuraram pretextos uns contra os outros e em seu coração não se perdoaram; e por esse mal foram afligidos e severamente repreendidos.
Portanto digo-vos que vos deveis perdoar uns aos outros; pois aquele que não perdoa a seu irmão suas ofensas está em condenação diante do Senhor; pois nele permanece o pecado maior.
Eu, o Senhor, perdoarei a quem desejo perdoar, mas de vós é exigido que perdoeis a todos os homens.
E devíeis dizer em vosso coração: Que julgue Deus entre mim e ti e te recompense de acordo com teus feitos”. (D&C 64:8–11)
Como temos necessidade de aplicar esse princípio divino, bem como aquele que o acompanha, o arrependimento! Vemos a necessidade dele nos lares em que as pessoas transformam pequeninos montes de desentendimento .
Isso acaba-se transformando em um cancro corrosivo e destruidor. Será que existe em nossos dias uma virtude mais necessária do que a de perdoar e esquecer? Existem pessoas que acham que isso é sinal de fraqueza. Será que é? Eu acho que não é necessário força ou inteligência para ficar remoendo as injustiças que sofremos, para viver com o espírito de vingança, para desperdiçar nossos talentos no planejamento de retaliações. Não encontramos paz nutrindo os ressentimentos.
Não somos felizes quando vivemos para o dia da vingança.
Recordo-me de uma longa conversa com um casal, no meu escritório. Havia grande rancor entre eles. Eu sei que houve tempo em que seu amor era profundo e verdadeiro, mas cada um tinha desenvolvido o hábito de mencionar as faltas do outro. Sem disposição para perdoar o tipo de erros que todos nós cometemos, e sem vontade de esquecê-los, viver acima deles e ser tolerantes, ficaram achando faltas um no outro, até que o amor que antes sentiam desvaneceu, virando cinzas e terminando num divórcio sem motivo aparente. Hoje só restam a solidão e as recriminações. Tenho a certeza de que, se tivesse havido um mínimo de arrependimento e perdão, eles ainda estariam juntos, gozando do companheirismo que tanto enriquecera seus primeiros anos de casados.
curemos as feridas—oh! As muitas feridas causadas por palavras cortantes, por mágoas teimosamente cultivadas, por planos de vingança contra quem nos tenha prejudicado. Todos temos um pouco desse espírito de vingança dentro de nós. Felizmente, também, temos o poder de elevar-nos acima dele, se nos revestirmos com o “vínculo da caridade, que é o vínculo da perfeição e paz”. (D&C 88:125)
“Errar é humano, perdoar é divino.” (Alexander Pope, An Essay on Criticism, 2:1711) Não podemos encontrar a paz, quando continuamos a lembrar a dor das velhas feridas. Só conseguiremos encontrá-la no arrependimento e no perdão. Essa é a doce paz de Cristo, que disse: “Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus”. (Mateus 5:9)
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Satanás Instiga a Ira na Família
Aprendemos, na proclamação sobre a família, que “a família é essencial ao plano do Criador” e que “o marido e a mulher têm a solene responsabilidade de amar-se mutuamente e de cuidar um do outro”, e “o sagrado dever de criar os filhos com amor e retidão”.
A família é também o alvo primordial de Satanás. Ele está em guerra contra a família. Uma de suas estratégias é a maneira sutil e astuta de, sem ser notado, penetrar em território inimigo, ou seja, em nosso lar e nossa vida.
Ele prejudica e, muitas vezes, destrói famílias dentro das próprias paredes do lar. Seu plano é levar os membros da família à ira.
Satanás é o “pai da discórdia”, que “leva a cólera ao coração dos homens, para contenderem uns com os outros”. (3 Néfi 11:29; grifo do autor) O verbo “levar” parece fazer parte da receita de um desastre: Leve os gênios ao fogo médio, acrescente algumas palavras ideais para levar à fervura, continue mexendo até engrossar; esfrie; deixe descansar por vários dias, até que os sentimentos se tornem bem frios; sirva gelado. Sempre há muitas sobras.
Uma característica astuciosa da estratégia de Satanás é convencer-nos de que ira e arbítrio nada têm a ver um com o outro, fazendo-nos acreditar que somos vítimas de uma emoção incontrolável. Ouvimos:
“Perdi a cabeça”. Perder a cabeça é uma expressão interessante que se tornou muito usada. “Perder alguma coisa” implica em “não ter a intenção”, “por acaso”, “involuntário”, “não ser responsável”, talvez um pouco descuidado, mas “sem responsabilidade”.
“Ele tirou-me do sério.” Essa é outra frase que ouvimos, que também implica em falta de controle ou arbítrio. É um mito que precisa ser desmascarado. Ninguém nos tira do sério. As pessoas não nos irritam. Não há quaisquer forças atuando. Ficar zangado é uma escolha consciente, uma decisão; portanto, podemos escolher não nos zangar. Nós escolhemos!
“Agredir (…) refrear a ira, conversar e berrar” são todas estratégias que aprendemos para lidar com a ira. “Nós escolhemos as que se mostraram eficazes para nós no passado. Já repararam como é raro perdermos o controle quando somos frustrados por nosso chefe, mas como é fácil perdermos o mesmo controle quando um amigo ou membro da família nos aborrece?”
O Que o Senhor Ensina.
Aquele que tem o espírito de discórdia não é meu, mas é do diabo, que é o pai da discórdia e leva a cólera ao coração dos homens, para contenderem uns com os outros.
Quando Nos Iramos, Cedemos à Influência de Satanás.
A ira é uma submissão à influência de Satanás ao renegarmos nosso autocontrole. É o pecado em pensamento que nos leva a ter sentimentos ou comportamentos hostis. É a causa das brigas entre motoristas na estrada, das discussões e brigas em competições esportivas e da violência dentro do lar.
Quando não é dominada, a ira pode rapidamente detonar uma explosão de palavras cruéis e outras formas de agressão emocional que podem ferir um coração terno. “O que sai da boca”, disse o Salvador, “isso é o que contamina o homem.” (Mateus 15:11)
“Que o marido e a esposa jamais gritem um com o outro, ‘a menos que a casa esteja em chamas’”.
A ira é uma tentativa grosseira de fazer com que outra pessoa se sinta culpada, ou é uma maneira cruel de repreendê-la. Muitas vezes confundida com disciplina, mas é quase sempre contraproducente. Por isso temos a advertência nas escrituras: “Vós, maridos, amai a vossas mulheres, e não vos irriteis contra elas”, e “vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo.” (Colossenses 3:19, 21)
A escolha e a responsabilidade são princípios inseparáveis. Por tratar-se de uma escolha, a ira é alvo de vigorosa advertência na proclamação: “as pessoas (…) que maltratam o cônjuge ou os filhos (…) deverão um dia responder perante Deus”.
O primeiro passo para eliminarmos a ira é entendermos sua ligação com o arbítrio. Podemos escolher não ficarmos irados. E podemos fazer essa escolha hoje, agora mesmo. “Nunca mais ficarei irado.” Pondere essa decisão.
Fonte: Casamentoforteeduradouro
Harmonia no Casamento (parte 8)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
Às vezes, no casamento, apegamo-nos a outras coisas, apesar do Senhor ter dito: “Amarás tua esposa de todo o teu coração e a ela te apegarás e a nenhuma outra”. (D&C 42:22)
Isso significa igualmente “amarás teu marido de todo o teu coração e a ele te apegarás e a nenhum outro”. É comum que as pessoas continuem apegadas à mãe e ao pai e aos amigos. Às vezes a mãe não abre mão do controle que tem sobre os filhos, e o marido, bem como a mulher, procuram o pai e a mãe para pedir conselhos e fazer confidências, quando, na maioria dos casos, deveriam apegar-se à mulher, e todos os assuntos íntimos deveriam ser mantidos em estrito sigilo e fora do conhecimento de outros.
Os casais fazem bem em encontrar imediatamente uma casa só para eles, separada e distinta da casa da família do marido e da família da mulher. A casa pode ser bem modesta, mas mesmo assim é uma casa à parte. A sua vida de casados deve ser independente tanto da família dela quanto da família dele. Vocês os amam ainda mais do que antes, dão valor aos seus conselhos, gostam de estar com eles; mas vivem a própria vida baseada em suas próprias decisões e as conclusões a que vocês mesmos chegarem depois de receberem o conselho das pessoas certas, orarem e refletirem. Apegar-se não significa somente morar na mesma casa; significa estar bem unidos, ficar sempre ao lado do outro.
“Portanto é legítimo que (…) os dois [sejam] uma só carne; e tudo isto para que a Terra cumpra o fim de sua criação;
E para que se encha com a medida do homem, de acordo com sua criação antes que o mundo fosse feito.” (D&C 49:16–17)
Irmãos e irmãs, digo que essa é a palavra do Senhor. É muito séria, e ninguém deve argumentar com o Senhor. Ele fez a Terra, fez as pessoas e conhece a situação. Ele estabeleceu o programa, e nós não somos suficientemente inteligentes para convencê-Lo a mudar de idéia no que se refere a essas coisas importantes. Ele sabe o que é certo e verdadeiro.
Pedimos que pensem nessas coisas. Certifiquem-se de que tudo esteja certo em seu casamento. Certifiquem-se de que tudo esteja certo em sua vida. Certifiquem- se de desempenharem devidamente o seu papel no casamento.
Adaptado de um discurso apresentado em uma reunião devocional na Universidade Brigham Young University em 7 de setembro 1976.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 7)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
Para sermos verdadeiramente felizes no casamento, precisamos ser constantes em guardar fielmente os mandamentos do Senhor. Ninguém, seja solteiro ou casado, jamais alcançou a felicidade sublime sem viver em retidão. As pessoas podem sentir satisfação temporária e disfarçar a situação por algum tempo, mas só se alcança a felicidade permanente e total vivendo com pureza e de modo digno. Quem tem um padrão de vida religioso com convicções religiosas arraigadas nunca será feliz levando uma vida inativa. A consciência não deixará de incomodar, a menos que seja embotada e, quando isso acontece, o casamento já está em perigo. A consciência culpada é capaz de tornar a vida insuportável. A inatividade destrói o casamento, principalmente quando marido e mulher diferem no nível de inatividade.
As diferenças religiosas são as mais difíceis de se enfrentar e estão entre as mais difíceis de se resolver.
O casamento é um mandamento de Deus; não é meramente um costume social. Jamais seremos exaltados se não nos casarmos devidamente e se o casamento não for bem-sucedido. Está escrito na palavra do Senhor que o casamento é uma coisa certa e boa.
Considerando-se que isso seja verdade, os membros da Igreja que forem zelosos e inteligentes planejarão a vida com atenção para certificarem-se de que seu caminho para a vida eterna esteja desimpedido. Um erro grave pode colocar obstáculos intransponíveis que podem bloquear o caminho para alcançarmos a vida eterna e tornarmo-nos deuses, que é o nosso principal objetivo. Se duas pessoas amarem ao Senhor mais que a própria vida e, em segundo lugar, amarem-se mutuamente mais do que a própria vida, empenhando-se conjuntamente em plena harmonia, com o programa do evangelho como base, certamente alcançarão essa grande felicidade. Quando o marido e a mulher costumam ir sempre ao templo juntos, oram de joelhos juntos em casa com a família, vão para as reuniões da Igreja de mãos dadas, vivem em total castidade (mental e física) de modo que todos os pensamentos, desejos e afetos se centralizem em um único ser (seu companheiro) e trabalham juntos em prol da edificação do reino de Deus, a felicidade alcança o ponto culminante.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 6)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
É quase certo que os casamentos fundamentados no egoísmo fracassarão. Quem se casa por dinheiro, prestígio ou posição social com certeza se decepcionará. Quem se casa por vaidade e orgulho ou para tripudiar sobre alguém ou atingi-lo só está enganando a si mesmo. Por outro lado, quem se casa para fazer o outro feliz e ser feliz, para servir e ser servido e que cuida dos interesses dos dois e, depois da família que estiverem formando terá boas chances de ser feliz no casamento.
O amor é como uma flor e, como o corpo, precisa ser alimentado sempre. O corpo mortal logo ficaria abatido e morreria se não fosse alimentado sempre. A flor viçosa murcharia e morreria sem alimento e água. Da mesma forma, não podemos esperar que o amor seja eterno se não o alimentarmos sempre com porções de amor, manifestações de carinho, admiração, gratidão e de consideração abnegada.
A abnegação total certamente será outro elemento que contribuirá para o sucesso do casamento. Caso tenhamos sempre em mente a felicidade, o bem-estar e o que for melhor para o outro, o amor iniciado no namoro e consolidado no casamento aumentará e alcançará proporções imensas. Muitos casais deixam que o casamento fique estagnado e que o amor esfrie ficando tão sem-graça como pão amanhecido, piadas batidas, ou sopa fria. Certamente os alimentos mais vitais para o amor são a consideração, bondade, atenção, solicitude, as demonstrações de afeto, os abraços de agradecimento, a admiração, orgulho, companheirismo, confiança, fé, igualdade e interdependência.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 5)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
Quando duas pessoas chegam ao altar para se casarem, têm de estar conscientes de que para terem o casamento feliz que desejam, precisam saber que o casamento não é só uma questão legal, significa fazer sacrifícios, compartilhar e até restringir em parte a liberdade individual. Significa fazer economias a longo prazo e a duras penas. Significa ter filhos, que darão despesas, trabalho, preocupação e que precisarão de cuidados; mas também significa sentir as emoções mais profundas e agradáveis que existem.
Antes do casamento, as pessoas têm bastante liberdade de fazer o que bem entenderem, de organizar e planejar a própria vida como melhor lhes parecer e de tomar decisões baseadas nas próprias necessidades e desejos. Os namorados devem perceber antes de se casarem que cada um tem de aceitar literal e plenamente o fato de que o bem da nova família tem de estar sempre acima do bem do marido ou da mulher individualmente. Os dois têm de eliminar o “eu” e o “meu” e substituí-los pelo “nós” e pelo “nosso”. Todas as decisões têm de levar em consideração o fato de que afetarão duas pessoas ou mais. Então, ao encarar as decisões importantes, a mulher terá de pensar em como elas afetarão os pais, os filhos, o lar e a vida espiritual de todos. O marido terá de passar a considerar a escolha profissional, vida social, amigos e todos os seus interesses tendo em mente que ele é somente uma parte da família e que a família em sua totalidade precisa ser levada em consideração.
Nem sempre o casamento transcorrerá tranqüilamente e sem problemas, mas ainda assim pode ter muita paz. O casal pode ter de enfrentar a pobreza, a doença, as desilusões, fracassos e até a morte de alguém da família, mas nem isso lhes tirará a paz. O casamento poderá ser bem-sucedido enquanto não houver egoísmo. Os problemas farão com que os pais se unam mais, formando uma união indissolúvel se houver total abnegação. Durante a depressão da década de 1930 houve uma acentuada diminuição do número de divórcios. A pobreza, as falências, as decepções uniram os pais. As adversidades conseguem solidificar os relacionamentos que a prosperidade poderia destruir.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 4)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
Uma Fórmula Infalível
O casamento é difícil e existem muitos casamentos em conflito e frustrados, mas é possível conseguir a felicidade duradoura e o casamento pode proporcionar mais alegrias indescritíveis do que a mente humana é capaz de conceber. Essa felicidade está ao alcance de todos os casais, de todas as pessoas. A idéia de “almas gêmeas” é fictícia e ilusória. É verdade que todos os rapazes e moças procuram com toda a diligência um par com quem a vida seja mais harmoniosa e bela; entretanto, é certo que basicamente qualquer bom homem e qualquer boa mulher podem ser felizes e bem-sucedidos no casamento se estiverem dispostos a pagar o preço.
Há uma fórmula infalível capaz de garantir a qualquer casal a felicidade e eternidade do casamento; contudo, como em todas as outras fórmulas, os ingredientes principais não podem faltar, ser reduzidos ou limitados. O processo de escolha durante o namoro e a continuação do namoro depois do casamento são tão importantes quanto o próprio casamento, mas não mais importantes do que ele, e o sucesso do casamento depende de duas pessoas — não de uma, mas de duas.
Como já foi dito, não há combinação de forças capaz de destruir os casamentos fundamentados em padrões razoáveis, exceto a força exercida por um ou pelos dois cônjuges, e eles precisam assumir a responsabilidade em geral. As outras pessoas e instituições podem ser boas ou más influências; pode parecer que a situação financeira, social e política (entre outras) tenham certo peso; mas o casamento depende principalmente do marido e da mulher. Eles sempre terão a capacidade de fazer com que o casamento seja bem-sucedido e feliz, se forem determinados, abnegados e justos.
A fórmula é simples e os ingredientes são poucos, apesar de terem diversas utilidades.
Primeiro, é preciso ver o casamento da perspectiva certa, que favorece a escolha de um companheiro que esteja o mais próximo possível da perfeição em todos os aspectos que sejam importantes para os dois. Depois, os dois têm de ir ao altar do templo conscientes de que precisam empenhar-se muito para serem bem-sucedidos na vida em comum.
Segundo, é preciso ter muita abnegação, desprendimento e direcionar tudo o que se refere à vida familiar ao bem da família, deixando de lado os desejos egoístas.
Terceiro, é preciso continuar o namoro e a demonstrar e dizer palavras de afeto, bondade e consideração para manter o amor vivo e fazer com que ele aumente sempre.
Quarto, é preciso viver integralmente de acordo com os mandamentos do Senhor, conforme definidos pelo evangelho de Jesus Cristo.
Se misturarmos esses ingredientes e os mantivermos sempre ativos, é impossível que haja infelicidade, que os desentendimentos continuem ou que haja separações. Os advogados que trabalham com o divórcio teriam de dedicar-se a outro ramo e as varas de família seriam fechadas.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 3)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
Duas pessoas de formação diferente, logo após a cerimônia, descobrem ser preciso encarar a dura realidade. Acabou a vida de sonhos e faz-de-conta; temos que descer das nuvens e fincar os dois pés no chão. Temos de assumir as responsabilidades e aceitar novos deveres. É preciso abrir mão de parte da liberdade pessoal e fazer muitos ajustes, sem egoísmo.
Depois de bem pouco tempo de casados, percebemos que o cônjuge tem fraquezas desconhecidas; que as virtudes continuamente ressaltadas durante o namoro tornam-se relativamente menores, e as fraquezas, antes tão pequenas e insignificantes, adquirem grandes proporções. É nesse momento que precisamos ser compreensivos, fazer uma auto-avaliação, ter bom senso, raciocinar e planejar.
Os hábitos antigos aparecem, o cônjuge pode ser avarento ou gastador, preguiçoso ou trabalhador, religioso ou não; pode ser agradável e pronto a ajudar, ou impertinente e mal-humorado, exigente ou generoso, egoísta ou propenso a menosprezar-se. Os problemas com os parentes mais próximos passam a ser mais importantes e o relacionamento entre o cônjuge e eles também assume maiores proporções.
Muitas vezes, há relutância em sossegar e assumir as responsabilidades sérias que surgem imediatamente. É difícil substituir os gastos desnecessários pela economia e, ao que parece, é comum que os jovens fiquem muito ansiosos em igualar seu estilo de vida ao de conhecidos mais abastados. Muitas vezes há relutância em se fazer os ajustes financeiros necessários. É comum que as esposas jovens, filhas de pais bem-sucedidos e prósperos, queiram ter em sua própria casa todos os luxos que tinham quando moravam com eles. Algumas mostram-se bastante dispostas a ajudar a ganhar o dinheiro para os supérfluos, continuando a trabalhar fora depois do casamento. Para isso, abandonam seus deveres domésticos em favor de uma carreira profissional, promovendo um tipo de equilíbrio econômico difícil de abandonar em favor de uma vida familiar normal. O fato de o marido e mulher trabalharem tende a gerar rivalidade na família em vez de cooperação. Duas pessoas extenuadas voltam para casa tensas, cheias de orgulho e mais independentes; é nesse momento que surgem os desentendimentos. As pequenas desavenças se acumulam e tomam proporções imensas.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 2)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
A escolha de um companheiro para a vida e a eternidade merece planejamento, cuidadosa reflexão e também oração e jejum, pois de todas as decisões que tomamos, esta é uma em que não devemos errar. O verdadeiro casamento exige harmonia de pensamentos bem como de corações. As emoções não devem determinar inteiramente as decisões, mas a mente e o coração, fortalecidos pela oração e jejum e muito raciocínio dará ao casamento as maiores possibilidades de felicidade. Isso exige sacrifício, disposição para compartilhar e muita abnegação.
Muitos programas de TV e histórias fictícias terminam com o casamento. “E viveram felizes para sempre.” Já percebemos que a mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. A felicidade não é como a luz elétrica, não basta apertar um botão para consegui-la. Ela é um estado mental, vem do íntimo; precisa ser merecida; não pode ser comprada e não é gratuita.
Alguns pensam que a felicidade é uma vida glamourosa e fácil, luxuosa e emocionante; mas o casamento autêntico baseia-se numa felicidade que vai além disso, que emana do que doamos aos outros, do serviço, da generosidade, do sacrifício e da abnegação.
Fonte: lds
Harmonia no Casamento (parte 1)
A mera celebração de uma cerimônia não garante a felicidade e o sucesso do casamento. Isso exige esquecer-se de si próprio, continuar a namorar e a obedecer os mandamentos do Senhor.
Um casamento honroso, feliz e estável é, sem dúvida, a meta principal de toda pessoa normal. O casamento é, talvez, a mais importante das decisões, e a de conseqüências mais abrangentes, pois afeta não apenas a felicidade imediata, como também a ventura eterna. Não afeta apenas as duas pessoas envolvidas, como sua família, particularmente os filhos, e os filhos dos filhos por muitas gerações.
Fonte: lds
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Ano novo com um casamento renovado
Vá além das boas intenções e aprenda como concretizar suas metas para uma maravilhosa vida a dois.
As resoluções de Ano Novo raramente são mantidas por mais de 30 dias. Mas estabelecer metas pode significar uma verdadeira mudança de vida.
Mais do que boas intenções, as metas irão ajudá-los a colocar em prática ações concretas para proporcionar uma vida diferente, e um tipo diferente de relacionamento. De forma bem objetiva, as metas são sonhos com prazo de realização.
Portanto, reservem um tempinho para sonhar juntos!
Se a vida de vocês é muito corrida para conseguir sentar e escrever suas metas como casal ou família, seja criativo! Vocês podem conversar sobre isso no carro, por e-mail ou mesmo por mensagens de texto.
Algumas perguntas-chave podem ajudá-los no processo de estabelecer essas metas.
Separamos uma lista com algumas perguntas úteis para avaliar sua vida pessoal, seu casamento ou sua vida familiar:
1. Qual é o objetivo pessoal mais importante que você gostaria de atingir durante este ano?
2. Qual é o objetivo mais importante que você gostaria de atingir durante este ano em seu casamento?
3. Qual é o objetivo familiar mais importante que você gostaria de atingir durante este ano?
4. Que mudanças seriam necessárias para alcançar esses objetivos?
5. Como vocês planejam se desenvolver:
- Fisicamente?
- Emocionalmente?
- Socialmente?
- Profissionalmente?
- O que podem fazer para ajudar um ao outro nesses projetos?
7. É possível escrever esses desejos em metas concretas e mensuráveis?
8. É possível criar um lema pessoal, familiar ou conjugal para este ano? (Alguma frase que resuma seu principal objetivo)
Aqui em casa gostamos muito de definir esse lema familiar. Em um ano particularmente difícil (com o orçamento bem apertado, terminando de construir nossa casa, tentando equilibrar o trabalho dentro e fora de casa com os cuidados dos gêmeos ainda bebês), utilizamos o lema "Aconteça o que acontecer, desfrute!". Pode parecer uma coisa meio boba, mas isso nos ajudou a enfrentar esse período crítico com mais leveza e uma certa dose de bom humor.
Seu lema pessoal ou familiar pode ser baseado em algum verso da Bíblia, um poema ou música que os inspire. Mais uma vez, o segredo é usar a criatividade!
A chave para o sucesso não é apenas expressar suas metas para o ano, mas também reservar tempo em sua agenda para trabalhar em cima desses objetivos. Aqui em casa, reavaliamos nossas metas mensalmente, de modo a fazer os ajustes necessários.
Acredito que o último segredo para o sucesso é comemorarem juntos cada vitória ao longo do caminho. Se o objetivo de vocês é economizar dinheiro, estabeleçam recompensas que não custam nada, como apreciar juntos um pôr do sol ou caminhar pelo parque de mãos dadas.
Façam juntos uma lista de cinco maneiras de comemorar os objetivos que vocês atingirem. Um casamento duradouro é formado por um casal que estabeleceu a meta de viver juntos no amor que os uniu - e investiu tempo e esforço nesse objetivo, um dia de cada vez.
Por: Marília de Andrade Conde Aguilar - Família
Assinar:
Postagens (Atom)



















